Invicta Filmes - Ciclos de Cinema no Porto
O Pelouro do Conhecimento e Coesão Social iniciou um programa de ciclos de cinema temáticos (Invicta Filmes), que possibilitarão a visualização de cinema histórico na cidade e onde serão apresentados 3 ciclos – 3 génios do cinema, em três etapas diferentes da História do Cinema.
Os ciclos serão acompanhados por uma publicação, algumas sessões de apresentação de filmes e alguns workshops.
Programa
- Ciclo Orson Welles
Julho
Dia 1, 18h30, Apresentação do Ciclo, por Lauro António, “O Mundo a seus Pés” (leg. pt)
Dia 7, 18h30, “O Quarto Mandamento” (leg. pt.)
Dia 15, 18h30, “O Estrangeiro” (leg. pt.)
Dia 22, 18h30, “A Sede do Mal” (leg. pt.)
Dia 29, 18h30, “Macbeth” (leg. pt.)
Agosto
Dia 5, 18h30, “A Dama de Xangai” (leg. pt.)
Dia 12, 18h30, “Processo” (leg. pt.)
Dia 12, 20h15, “História Imortal” (leg. pt.); “Orson Welles on Film” (doc. ing.)
Dia 19, 18h30, “F de Fake” (leg. pt.)
Dia 19, 20h15, “Falstaff” (ing. leg. castelhano)
Dia 26, 18h30, “Don Quixote” (ing. leg. francês)
Dia 26, 20h15, “Around the World with Orson Welles” (5 docs para BBC. Ing. sem leg.)
- Workshop David Griffith
Setembro
Dia 1, 18h30, Apresentação do Workshop, por Lauro António, “O Nascimento de uma Nação”
Dia 2, 18h30, Workshop, por Lauro António, “Intolerância”
Dia 8, 18h30, “O Lírio Quebrado”
Dia 9, 18h30, “Abraham Lincoln”
Dia 15, 18h30, “As Duas Tormentas”
Dia 16, 18h30, “As Duas Orfãs”
Dia 22, 18h30, “Sally, a Filha do Circo”
Dia 23, 20h15, “D. W. Griffith, Father of Film”. Debate final do Workshop, por Lauro António
- Ciclo Stanley Kubrick
Outubro
Dia 13, 18h30, Apresentação do Ciclo, por Lauro António, “Um Roubo no Hipódromo”
Dia 14, 18h30, “O Beijo Assassino” (ing. sem leg.)
Dia 21, 18h30, “Horizontes de Glória” (ing. leg. castelhano)
Dia 28, 18h30, “Spartacus”
Novembro
Dia 4, 18h30, “Lolita”
Dia 11, 18h30, “Laranja Mecânica”
Dia 17, 18h30, “Barry Lyndon”
Dezembro
Dia 2, 18h30, “The Shining” (no site "oficial" estava "The Shiting")
Dia 9, 18h30, “Nascido para Matar”
Dia 9, 20h00, “De Olhos Fechados”
Dia 9, 21h30, “Dr. Estranho Amor”
Dia 16, 18h30, “2001: Odisseia no Espaço”
Dia 16, 21h15, “Kubrick, Uma Vida em Filmes” (doc.). Debate final sobre o Ciclo, por Lauro António
Local: Auditório Biblioteca Almeida Garret
Entrada Gratuita
Hora: 18h30
in VIVA!Porto
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20100710
20100527

Adamo Faiden
Aires Mateus & Associados
Alberto Campo Baeza
Carlos Ferrater
Christian Kerez
Eduardo Souto Moura
João Luís Carrilho da Graça
Johnston Mark Lee & Associates
Pezo von Ellrichshausen
Sergison Bates Architects
+ no programa completo
20100311
20091210
mercado do bom sucesso
é impossível não ficar indignado!!!
Continuamos a brincar aos mercados. Já não bastava o Bolhão... agora temos o "Bom Sucesso Dolce Vitta". Ainda me espanta (já não devia) que estas "coisas" ainda sejam aprovadas... sabe-se lá porquê... uma vez mais alguém terá de fazer alguma coisa.. os mesmos do costume!


mais info em mercadobomsucesso
petição online
(via)
Continuamos a brincar aos mercados. Já não bastava o Bolhão... agora temos o "Bom Sucesso Dolce Vitta". Ainda me espanta (já não devia) que estas "coisas" ainda sejam aprovadas... sabe-se lá porquê... uma vez mais alguém terá de fazer alguma coisa.. os mesmos do costume!


mais info em mercadobomsucesso
petição online
(via)
20090622
20090602

No próximo sábado dia 6 de Junho, na Avenida dos Aliados, das 18h até às 6h da manhã, a cada hora sucede uma experiência representando 12 áreas: música, dança, VJing, cinema, exposições, moda, circo, joalharia, poesia, tendas, gastronomia, arte urbana. Os intérpretes destas 12 horas serão jovens portuenses ou do norte, representantes das várias áreas e tendências que contribuirão com o seu ecletismo para a fusão das diversas tendências.
12hcoraçãodabaixa
(o cartaz é um bocadinho feio, mas não existe mais nenhuma imagem que possoa utilizar!)
20090526
pechakucha night 02

Pecha Kucha Night Porto é um forum informal para a apresentação de trabalhos criativos provenientes de diferentes disciplinas como arquitectura, design, artes gráficas, artes visuais, moda… De forma simples, rápida e descontraída, cada apresentador dispõe de 20 imagens, durante 20 segundos, o que equivale a 6 minutos e 40 segundos em que o limite é a criatividade.
o segundo evento é já no dia 28 maio, às 21 horas, no Largo da Bouça.
a entrada é livre.
PKNP 02 | 28 MAIO 21h | Largo da Bouça
aNC arquitectos
André Tavares
Atelier da Bouça
Atelier do Corvo
Balthazar Aroso
Darco Magazine
Jorge Figueira
José Bártolo
Luís Palma
Mafalda Capela
Manuel Santos Maia
Maria Gambina
Mário Moura
Nuno Abrantes
Nuno Brandão Costa
Olga Feio
20090525
mil tsurus




As ruas da Baixa do Porto contam muitas vezes histórias desenhadas pela mãos de jovens artistas. Ricardo Dias é o autor do tsuru, o símbolo que tem preenchido as paredes da cidade.
O Porto têm um novo ícone: Um origami branco, em forma de pássaro, é a mais recente intervenção artística nas paredes da zona histórica. Depois do "±" do graffiter Caos, da Mona Lisa em stencil, das bicicletas e do "cospe aqui" de artistas anónimos, as fachadas e ruas do centro do Porto são agora preenchidas por uma ave branca numerada.
Como é norma, os autores dos projectos desenvolvidos na rua receiam revelar-se, por receio de represálias leais. Por isso, gostam de de manter algum secretismo associado às suas iniciativas. Ainda assim, Ricardo Dias, de 29 anos, escultor, não deixa de reconhecer como seus os quase mil origami que têm vindo a colorir as ruas do Porto.
No Japão, "o tsuru é um pássaro que tem uma simbologia esotérica", esclarece Ricardo. Reza a lenda que, ao fim de mil tsuru de origami feitos, o desejo que a pessoa pedir, realiza-se. "É um símbolo da felicidade eterna, da prosperidade e da longevidade", razões que levaram o jovem a dar uma nova roupagem ao conceito. Começou a fazer desenhos em stencil pelas paredes do Porto, todos numerados, precisamente porque quer atingir a meta de mil origamis.
Quanto ao desejo pedido fica reservado aos segredos do jovem escultor. Desvenda, no entanto, que acredita "no poder da lenda" e que, se desenhou o primeiro tsuru no centro do Porto, onde vive há muito tempo, pretende pintar o derradeiro elemento da série - o número mil - numa das avenidas do Rio de Janeiro, onde nasceu.
jpn notícia
achei a iniciativa tão bonita! reza a história que uma pequena criança (de nome sadako), vítima do ataque nuclear de hiroshima, começou a dobrar tsuru no hospital em que estava internada. cada vez que completava um, rezava pela sua recuperação e acreditava que ao fim do milésimo estaria recuperada. infelizmente, sadako morreu antes de completar o milésimo, mas desde então a tradição de dobrar 1000 tsuru está associada a conquista de um desejo. pela associação a hiroshima, o tsuru também simboliza a paz. a história de sadako correu o japão e depois o mundo e, todos os dias, o museu da paz de hiroshima recebe milhares de tsuru que são exibidos num monumento especial dedicado a todas as crianças que morreram por causa do ataque nuclear no jardim que rodeia o museu. moshimoshiii
20090510
Arquitectura à letra
Ciclo de 3 debates sobre escrita e livros
20 e 27 de Maio, 3 de Junho
Fnac Santa Catarina, Quartas-feiras, 18h15
Segundo várias opiniões os arquitectos não gostam de ler.
Preferem ver. Será verdade? A história da arquitectura é assinalada por momentos literários inigualáveis. Se os Quattro Libri de Andrea Palladio são um magnífico catálogo de modelos (onde os desenhos dispensam a leitura), o tratado de Alberti é uma peça literária que ensina a construir sem gastar uma imagem. Rem Koolhaas e Aldo Rossi, cada um à sua maneira entre a Autobiografia Científica e a Nova Iorque Delirante, construíram peças literárias cuja qualidade da escrita se prolongou no alcance disciplinar e efeito cultural das propostas arquitectónicas subjacentes.
Independentemente dos gostos, que há muitos, o livro de arquitectura é um instrumento basilar da cultura contemporânea. Será para servir com mais ou com menos letras? Será necessário forçar os arquitectos a lerem livros de arquitectura? E se não lêem, como será possível editar?
A Dafne Editora organiza este ciclo de debates para procurar estabelecer um balanço possível sobre a relação entre os arquitectos e as letras que habitam os livros.
20 Maio : Escrita
Como se pode criar um argumento a partir da arquitectura?
Como é que um arquitecto se transforma em escritor?
Até que ponto essa construção de sentido pode ser partilhada?
Debate com Manuel Mendes, Pedro Bismarck, Pedro Baía.
Seguido de lançamento do livro
Biaggio Rossetti, Urbanismo renascentista de Domingos Tavares.
27 Maio : Edição
Como se desenha a forma de um livro?
Como se articulam os conteúdos que os caracterizam?
Como se constroem as ficções que os alimentam?
Debate com Rui Silva, Susana Lourenço Marques, Pedro Gadanho.
Seguido do lançamento do 1.º volume do bookazine
Beyond, Short Stories on the Post-Contemporary.
3 Junho : Uso
Como se pode ler um livro?
Que estratégias para provocar a leitura?
Porque não há crítica da literatura arquitectónica em Portugal?
Debate com Nuno Brandão Costa, Godofredo Pereira, Jorge Figueira.
Os debates, seguidos por um amável beberete aperitivo, serão
moderados por André Tavares.
Dafne
Ciclo de 3 debates sobre escrita e livros
20 e 27 de Maio, 3 de Junho
Fnac Santa Catarina, Quartas-feiras, 18h15
Segundo várias opiniões os arquitectos não gostam de ler.
Preferem ver. Será verdade? A história da arquitectura é assinalada por momentos literários inigualáveis. Se os Quattro Libri de Andrea Palladio são um magnífico catálogo de modelos (onde os desenhos dispensam a leitura), o tratado de Alberti é uma peça literária que ensina a construir sem gastar uma imagem. Rem Koolhaas e Aldo Rossi, cada um à sua maneira entre a Autobiografia Científica e a Nova Iorque Delirante, construíram peças literárias cuja qualidade da escrita se prolongou no alcance disciplinar e efeito cultural das propostas arquitectónicas subjacentes.
Independentemente dos gostos, que há muitos, o livro de arquitectura é um instrumento basilar da cultura contemporânea. Será para servir com mais ou com menos letras? Será necessário forçar os arquitectos a lerem livros de arquitectura? E se não lêem, como será possível editar?
A Dafne Editora organiza este ciclo de debates para procurar estabelecer um balanço possível sobre a relação entre os arquitectos e as letras que habitam os livros.
20 Maio : Escrita
Como se pode criar um argumento a partir da arquitectura?
Como é que um arquitecto se transforma em escritor?
Até que ponto essa construção de sentido pode ser partilhada?
Debate com Manuel Mendes, Pedro Bismarck, Pedro Baía.
Seguido de lançamento do livro
Biaggio Rossetti, Urbanismo renascentista de Domingos Tavares.
27 Maio : Edição
Como se desenha a forma de um livro?
Como se articulam os conteúdos que os caracterizam?
Como se constroem as ficções que os alimentam?
Debate com Rui Silva, Susana Lourenço Marques, Pedro Gadanho.
Seguido do lançamento do 1.º volume do bookazine
Beyond, Short Stories on the Post-Contemporary.
3 Junho : Uso
Como se pode ler um livro?
Que estratégias para provocar a leitura?
Porque não há crítica da literatura arquitectónica em Portugal?
Debate com Nuno Brandão Costa, Godofredo Pereira, Jorge Figueira.
Os debates, seguidos por um amável beberete aperitivo, serão
moderados por André Tavares.
Dafne
20090509
novo spot da Super Bock filmado no Porto
(Rivoli Cinema Hostel, Bolhão, Pherrugem,…)
já é habitual a qualidade :) ver mais
20090423

WORKSHOP "LUGARES EFÉMEROS"
responsável. ‘Lugares Efémeros’
24 a 27 de Abril
Casa cor de rosa – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto
Público alvo: Estudantes do ensino superior
PONTOS DE INSCRIÇÃO
Associação de estudantes FAUP e Gabinete de Estudante FBAUP
+Via e-mail
Preço de Inscrição: 20 €
SINOPSE
A ideia de cidade apresenta-se quase sempre como uma imagem de liberdade, movimento, cosmopolitismo e (re)acção, na medida em que se comporta como um organismo em permanente transformação. As intervenções a que a cidade está sujeita não se limitam a aspectos geográficos ou urbanísticos; é a capacidade de adaptação identitária de quem a vive que se impõe na sua evolução enquanto local de discussão e manifestação.
Há, contudo, locais cuja fisionomia física e mesmo o carácter cultural que encerram não correspondem à restante organização colectiva. A descaracterização desses espaços resulta do abandono ou simplesmente de um desencontro entre as suas organizações estruturais e as funções reais que cumprem, inseridos na cidade. Estas situações criam desequilíbrios e descontinuidades urbanas que se tornam, quando ignorados, partes desenquadradas do contexto social e arquitectónico do lugar. São, por isso, parcelas que merecem uma nova leitura a partir do todo, no qual estão inseridas, de forma a adoptarem um código linguístico capaz de comunicar com a restante malha urbana.
No workshop Inner-city vão ser lançados à discussão seis casos da cidade do Porto, locais que, alguns por óbvia degradação, outros por possibilidade ou necessidade de serem repensados, reflectem alguma passividade, por vezes excessiva, face ao carácter urbano da própria cidade.
O que se pretende é uma abordagem “despreconceituosa” aos lugares, para que, a partir da compreensão histórica, cultural e urbanística, sejam criadas propostas criativas de (re)qualificação do espaço público, sempre de carácter efémero. O objectivo é, mais tarde, concretizar as propostas aplicando-as aos locais para os quais foram traçadas.
Os seis locais a trabalhar distinguem-se entre eles através de diversos factores, desde a extensão, o ritmo urbano quotidiano quer de pessoas e veículos, quer de equipamentos e informação, a localização relativamente ao centro, etc. De forma concreta, desde a mais conhecida rua comercial do Porto, Rua de Santa Catarina, percorrendo a margem direita do rio Douro desde o recuperado Palácio do Freixo até à Ponte D. Luís I, ou ainda a área que vai desde o tabuleiro superior da mesma ponte até à Trindade – eixo que suporta duas das avenidas mais polémicas da cidade – Avenida da Ponte e a Avenida dos Aliados - são paisagens constantes na cidade e que enquadram em si oportunidades muito interessantes de intervenção pública.
Além destes três locais são ainda propostos para trabalho no workshop a área do antigo Estádio Eng. Vidal Pinheiro (Salgueiros), zona em assumido estado de abandono e degradação, o separador central da Avenida da Boavista, alvo também de grande polémica quanto ao destino a dar-lhe, e a área da Asprela que, acolhendo o maior pólo universitário da cidade, bem como outras importantes infra-estruturas como o Hospital de S. João e o IPO, revela claros problemas de organização funcional.
Pretende-se uma intervenção da cidade para a cidade, tornando-se por isso essencial o cruzamento de opiniões, experiências e modos de abordagem e, logo, um obrigatório encontro de diversas áreas disciplinares, dirigida a todos os estudantes do ensino superior.
Espera-se portanto o enriquecimento da cidade através de uma atitude crítica, construtiva e interventiva sempre necessária e, felizmente, cada vez mais presente.
Aqui, durante 3 dias (24, 25 e 26 de Abril) criar-se-ão 6 ideias de intervenção crítica e criativa em 6 espaços públicos:
- zona da Asprela
- Av. Paiva Couceiro/Av. Gustavo Eiffel
- Av. da Ponte
- separador central da Av. da Boavista
- Salgueiros
- Rua de Santa Catarina
Pretende-se que os estudantes envolvidos sejam de proveniências tão diversas quanto os espaços de trabalho.
Este workshop é coordenado:
Álvaro Domingues (doutor em geografia, docente FAUP),
Carla Cruz (licenciada em escultura, escultora),
Carlos Martins (licenciado em economia, responsável pelo estudo das indústrias criativas),
Gonçalo Furtado (doutor em arquitectura, docente FAUP),
João Teixeira Lopes (doutor em sociologia, docente FLUP)
Nuno Valentim Lopes (arquitecto, mestre na FEUP)
Todos os estudantes universitários podem-se inscrever no workshop lugares efémeros através do site inner city até quinta às 17 horas.
inner city
20090421
em trânsito.ciclo de conferências.

O que a aprendi com a Arquitectura*
Álvaro Siza
Álvaro Siza
Porto, 23 de Abril 2009
Quinta-feira, 22h
Casa da Música | Sala Suggia
*Dado que os cerca de 1200 ingressos para a conferência na Sala Suggia esgotaram rapidamente, esta será também vídeo projectada em directo, noutros espaços da Casa da Música, e através da Internet (o endereço será aqui brevemente divulgado).
Ciclo de conferências
em trânsito
Linha de programação de conferências que tem como objectivos: apoiar, partilhar e ampliar a programação cultural em função de oportunidades de presença de conferencistas num território nacional ou vizinho; estabelecer parcerias com outras instituições para alargar o âmbito de participação em eventos por estas organizadas.
Este ciclo está aberto a situações ‘improvisadas' ou ‘informais', resultado de propostas de qualquer iniciativa exterior à OASRN.
#025 Gesine Weinmiller
Gesine Weinmiller
#024 A New Urban Dynamics
On Change, Choice, Co-Existence and Connectivity
Gary Chang
#023 Designing Models
Günther Vogt
#022 O que a aprendi com a Arquitectura*
Eduardo Souto Moura
Álvaro Siza
oasrn.

O que a aprendi com a Arquitectura*
Álvaro Siza
Álvaro Siza
Porto, 23 de Abril 2009
Quinta-feira, 22h
Casa da Música | Sala Suggia
*Dado que os cerca de 1200 ingressos para a conferência na Sala Suggia esgotaram rapidamente, esta será também vídeo projectada em directo, noutros espaços da Casa da Música, e através da Internet (o endereço será aqui brevemente divulgado).
Ciclo de conferências
em trânsito
Linha de programação de conferências que tem como objectivos: apoiar, partilhar e ampliar a programação cultural em função de oportunidades de presença de conferencistas num território nacional ou vizinho; estabelecer parcerias com outras instituições para alargar o âmbito de participação em eventos por estas organizadas.
Este ciclo está aberto a situações ‘improvisadas' ou ‘informais', resultado de propostas de qualquer iniciativa exterior à OASRN.
#025 Gesine Weinmiller
Gesine Weinmiller
#024 A New Urban Dynamics
On Change, Choice, Co-Existence and Connectivity
Gary Chang
#023 Designing Models
Günther Vogt
#022 O que a aprendi com a Arquitectura*
Eduardo Souto Moura
Álvaro Siza
oasrn.
20090411

FÓRUM DIÁLOGOS DA CIDADE
responsável. ‘Lugares Efémeros’
PONTOS DE INSCRIÇÃO
Livraria Leitura
Bertrand
Biblioteca de Matosinhos
Fnac Sta. Catarina
Todas as Associações de Estudantes da UP
AE U. Portucalense
AE ICBAS
AE ESAP
AE U. Lusíada do Porto
PREÇOS
Normal:
3€ - um dia 5€ - dois dias
Estudante:
2€ - um dia 3€ - dois dias
Almoço e Jantar - 5€ por refeição
PROGRAMA FÓRUM
17Abril SEX
15.00 – 15.30 --- ABERTURA --- ‘’Desafios’’ Joana Nascimento (Inner City)
15.30 – 15.45 --- ‘’Políticas Urbanas I’’ – Elisa Ferreira
15.45 – 16.00 --- ‘’Por um Território Urbano I’’ – Francisco Barata
16.00 – 16.15 --- ‘’Por um Território Urbano II’’ – João Teixeira Lopes
16.15 – 16.30 --- ‘’A experiência da Porto 2001: visão crítica’’ – Teresa Lago
16.45 – 18.30 --- ‘’Investimento’’ – Ana Paula Delgado, Isabel Santos, Álvaro Domingues, Alberto Castro
18.45-19.00 --- ‘’Cidade Criativa II’’ – Manuela de Melo
19.00 – 19.15 --- ‘’Cidade Criativa I’’ – Isabel Alves Costa
19.15 – 19.30 --- ‘’Cidade Criativa III’’ – Álvaro Barbosa
21.30 – 23.00 --- ’’Meios Inovadores’’ – Carlos Lage, António Carlos Monteiro
18 Abril SAB
10.30 – 10.45 --- ‘’Competitividade I’’ – Luís Mota de Castro
11.00 – 13.00 --- ‘’Área Metropolitana I’’ – Guilherme Pinto, Emídio Gomes, Celso Ferreira
15.00 – 15.15 --- ‘’Inovação I’’ – Mário Rui Silva
15.15 – 15.30 --- ‘’Inovação II’’ – Manuel Laranja
16.00 – 18.00 --- ‘’Políticas Urbanas II’’ --- José Rio Fernandes, Renato Sampaio, Paulo Morais
18.15 – 18.30 --- ‘’Responsabilidade da Universidade na Intervenção’’- António Cardoso
18.30– 18.35 --- ENCERRAMENTO --- ‘’Participação’’ – Pedro Bragança (Inner City)
WORKSHOP LUGARES EFÉMEROS
24.27 Abril
Brevemente mais informações
Para mais informações contactar:
Pedro Bragança
00351 916 143 723
pedrobragancarib@gmail.com
O INNER CITY ESTÁ EM GRANDE. apareçam.
.
Etiquetas:
arquitectura,
conferências,
faup,
mundo,
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publicações,
workshops
20090217
Materialidades | conferência NARB
21 de Fevereiro

O Núcleo de Arquitectos da Região de Braga, NARB, organiza 21 de Fevereiro, entre as 9h00 e as 17h00, no Cinema Batalha, Porto, a conferência 'Materialidades'.
Dirigida a arquitectos, designers e outros profissionais interessados, pretende "ilustrar o princípio da manifestação artística (ideia inicial) até ao momento em que se torna concreta (material)".
Programa:
10h00 | arq. Luiz Deusdará
11h00 | arq. Nuno Graça Moura
12h00-14h00 | almoço
14h00 | arq. César Moreira
15h00 | a.s* Atelier de Santos
16h30 | eng. Albino Reis
A inscrição tem um custo de € 20,00 e deverá ser realizada em www.materialidades.com. Os bilhetes serão entregues no próprio dia, a partir das 9h00, mediante apresentação do comprovativo de transferência bancária.
Mais informações em www.materialidades.com
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21 de Fevereiro

O Núcleo de Arquitectos da Região de Braga, NARB, organiza 21 de Fevereiro, entre as 9h00 e as 17h00, no Cinema Batalha, Porto, a conferência 'Materialidades'.
Dirigida a arquitectos, designers e outros profissionais interessados, pretende "ilustrar o princípio da manifestação artística (ideia inicial) até ao momento em que se torna concreta (material)".
Programa:
10h00 | arq. Luiz Deusdará
11h00 | arq. Nuno Graça Moura
12h00-14h00 | almoço
14h00 | arq. César Moreira
15h00 | a.s* Atelier de Santos
16h30 | eng. Albino Reis
A inscrição tem um custo de € 20,00 e deverá ser realizada em www.materialidades.com. Os bilhetes serão entregues no próprio dia, a partir das 9h00, mediante apresentação do comprovativo de transferência bancária.
Mais informações em www.materialidades.com
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revista Unidade7

conferências e apresentação
19 de Fevereiro, 21h30
A apresentação da revista Unidade 7, sob o tema é E/I/Migrações, decorre a 19 de Fevereiro, 21h30 no Clube Literário do Porto, CLP, e conta com a presença dos arquitectos Bruno Baldaia, Camilo Rebelo, Carlos Veloso, Désirée Pedro Carlos Antunes (atelier do corvo), Pedro Bandeira e Pedro Machado Costa Célia Gomes (as*), que apresentarão as suas propostas desenvolvidas especificamente no contexto de um convite formulado pela Unidade7.
A Unidade 7 conta com o apoio institucional do Pelouro da Cultura da OASRN
Mais informações em www.unidade7.com
Para efeitos de Admissão na Ordem dos Arquitectos, a conferência equivale a um 1 crédito de "Formação Opcional em Matérias de Arquitectura".
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conferências e apresentação
19 de Fevereiro, 21h30
A apresentação da revista Unidade 7, sob o tema é E/I/Migrações, decorre a 19 de Fevereiro, 21h30 no Clube Literário do Porto, CLP, e conta com a presença dos arquitectos Bruno Baldaia, Camilo Rebelo, Carlos Veloso, Désirée Pedro Carlos Antunes (atelier do corvo), Pedro Bandeira e Pedro Machado Costa Célia Gomes (as*), que apresentarão as suas propostas desenvolvidas especificamente no contexto de um convite formulado pela Unidade7.
A Unidade 7 conta com o apoio institucional do Pelouro da Cultura da OASRN
Mais informações em www.unidade7.com
Para efeitos de Admissão na Ordem dos Arquitectos, a conferência equivale a um 1 crédito de "Formação Opcional em Matérias de Arquitectura".
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20090126

Nascido sob o signo da claridade e cumprido quase um ano de trabalhos piloto, chegámos por fim à publicação da Revista MAIOCLARO.
Apresentando-se a área das Artes Visuais, como um vasto campo de cruzamento de saberes e competências diversas, pretendeu-se compreender e analisar o campo de acção da Fotografia e destacar a interacção relacional das várias disciplinas no modo de fazer e pensar a prática fotográfica.
Depois da inevitável experiência de campo, os próximos finalistas do Curso Superior de Artes Visuais-Fotografia assumem a decisiva prova do valor global do conceito avançado.
Novos indicativos e a estreia de um novo conceito tornam o MAIOCLARO* um planeta habitado por uma linguagem estética que brinda às ideias novas daqueles que erguem o olhar para ver além do imediato.
*MAIOCLARO, Refúgio dinâmico do pensar fotográfico, erguido para a unificação simbólica de um sentir em que as artes eternamente se confrontam.
Iniciativa:
Direcção do Curso de Artes Visuais Fotografia/ ESAP
+ info www.maioclaro.com
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20090121

devo um muito obrigada a Jaime Isidoro.

"Fui um jovem privilegiado. Aos 24 anos, o Museu de Arte Contemporânea de Lisboa adquiriu-me um quadro e o Museu Nacional de Soares dos Reis, outro. Nesse ano de 1948, obtive o Prémio "Rocha Cabral" da Academia Nacional de Belas-Artes de Lisboa. Em 1950 conheci Vieira da Silva e Arpad Szenes e fizemos longa amizade. Visitava-os sempre que ía a Paris, e tantas vezes os vi pintar.
Relacionei-me, entre outros artistas, com Almada Negreiros, Antóno Soares, António Cruz, Portinari, Saura, Tàpies, Lúcio Muñoz, Canogar, Eugénio Ionesco, Robert Filliou e Serge III.
(...)
Conheci pessoalmente Beuys, como se sabe dos mais importantes artistas da segunda metade do século XX, que me ofereceu um catálogo autografado. A sua obra levou-me a entender que a arte não é o tema, mas sim o homem e, em princípio, revolução. A pintura passou a resumir-se na procura da minha própria expressão: é a minha vida, intensamente vivida, que me motiva a um percurso experimental e criativo durante longos anos, numa luta de incertezas, dúvidas e indecisões para encontrar a verdade, o senso universal. A ambição de ser artista."
Jaime Isidoro

(...)A arte é uma das manifestações mais transcendentes do espírito, não se limita a convenções ilustrativas. É através da arte que se poderá desbravar o desconhecido na medida em que a sua definição ainda é um mistério.(...)
(...)Uma vida inteira a querer saber o que é a arte. Uma vida inteira a viver entre dúvidas e incertezas, entre conceitos convencionais que de tempos a tempos se foram alterando.
Este dinamismo da vida e da criação artística sempre me entusiasmaram, a ponto de me servir das obras de outros artistas para interferir esteticamente, a partir dos anos 50, na evolução da arte em Portugal, tendo como ponto de partida a criação da Galeria Alvarez (1954) e a de outras actividades culturais, estimulando as vanguardas que surgiram nesta segunda metade do século XX.
Um trabalho positivo, de grande entusiasmo que talvez tivesse privado ou não a
natural evolução da minha obra.
Mesmo assim, subordinei a minha vida à pintura. A insatisfação é a minha maneira de estar, vivida entre a objectividade e a subjectividade, sempre em busca da expressão que satisfaz, na diversidade da linguagem, formas ou técnicas.
O meu caminho foi sempre o de ir ao meu encontro.
Jaime Isidoro. Confesiones
In catálogo a exposiçâo individual na Galería Por Amor á Arte
Porto, 1999
.
20090118

20 JANEIRO 18H30 DEBATE
ARQUITECTURA - EM OBRA
Luís Ferreira Alves
Teresa Siza
José Manuel Salgado
AUDITÓRIO FERNANDO TÁVORA
20 JANEIRO A 20 FEVEREIRO EXPOSIÇÃO
"EM OBRA"
Luís Ferreira Alves
"MUSEU" FAUP
26 JANEIRO A 2 FEVEREIRO WORKSHOP
WORKSHOP DE FOTOGRAFIA ANALÓGICA
Manuel Araújo
FAUP
20 JANEIRO A 30 ABRIL CONCURSO
II CONCURSO DE FOTOGRAFIA DE ARQUITECTURA
Luís Ferreira Alves
Teresa Siza
José Manuel Salgado
ENTREGA DE PRÉMIOS MAIO DE 2009
sobre o workshop :
19 A 23 DE JANEIRO INSCRIÇÕES
FOTOGRAFIA E REVELAÇÃO ANALÓGICA
Este workshop tem como objectivo dinamizar a temática da fotografia e a sua componente analógica no meio académico.
As inscrições para o workshop - fotografia e revelação - serão aceites até ao dia 23 de Janeiro 2009, sexta-feira até ás 18horas.
O custo por inscrição será de 10€ e terá como limite 20 inscrições exclusivas à comunidade FAUP, docentes e alunos.
Todos os inscritos deveram possuir máquina fotográfica analógica formato 35mm.
Para mais informações, os interessados deveram dirigir-se à Associação de Estudantes.
DURAÇÃO 26 HORAS
VALOR 10€ (material incluído)
+info ciclodefotografiafaup.blogspot.com
parabéns pela iniciativa!
tenho a certeza que será um sucesso!!
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