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20100507
20090524
20090520



Parece-me interessante no enquadramento do Workshop de Lugares Efémeros, organizado pelo Innercity!
Seria uma óptima instalação para reavivar os problemas nos espaços públicos portuenses, esquecidos, como quase tudo na cidade.
Paving paradise for a place to sit. That’s what’s going on here. A project from Springtime that saves a seat for your own booty in a play on the culture-cemented idea of a parking space. Part of a design competition that aimed to give a parking space back to the public. “Person Parking” seems to be made for a low-traffic area in a strip mall district, don’t you think?
Text from Springtime:
Duepercinque is a design competition part of the Public Design Festival in Milan. The mission: develop a creative solution for a parking spot of 2×5 meter (due per cinque), returning it to the public domain in a positive way.
I wouldn’t be the guy sitting on the street side of this block, that’s for dang sure. I’d like to see a couch made with this same aesthetic. Maybe minus the cement part.
DesignSpringtime
20090428
High Line Design HD from sha on Vimeo.
mais uma vez, a HIGH LINE!
fabuloso!
mais informação sobre o projecto na janine.
20090414
munch museum. juan herreros.


El edificio se coloca “de lado” al final de la península Pauselkia, esquivando los conos de percepción que aseguran las vistas sobre la fortaleza desde las montañas vecinas. Con esta posición queremos intensificar la tensión entre el fiordo y la tierra firme pero también evitar el gesto prepotente de colocarlo frontalmente para hacerse respetuosamente a un lado, dejando al espacio y la vista fluir hacia el mar.
Como se puede ver, especialmente en la maqueta, su volumetría expresa de una manera casi antropomórfica su respeto hacia la ciudad histórica y su convivencia con la ópera, entendiendo que si el fiordo es un paisaje bellísimo, adonde quiere mirar es a la línea de la costa, allí donde éste se encuentra con la tierra y se producen los intercambios más valiosos para la vida de la ciudad.


Su gesto de inclinar ligeramente su remate (sin afectar a la funcionalidad de las salas), enfatiza orgullosamente el valor del suelo público generado a sus pies. Esta condición “figurativa” es también un acercamiento a la propia obra de Edward Munch y su lenguaje exhuberante en el que naturalismo y abstracción encuentran una expresión única para los tiempos de transición que le tocó vivir.













El edificio se coloca “de lado” al final de la península Pauselkia, esquivando los conos de percepción que aseguran las vistas sobre la fortaleza desde las montañas vecinas. Con esta posición queremos intensificar la tensión entre el fiordo y la tierra firme pero también evitar el gesto prepotente de colocarlo frontalmente para hacerse respetuosamente a un lado, dejando al espacio y la vista fluir hacia el mar.
Como se puede ver, especialmente en la maqueta, su volumetría expresa de una manera casi antropomórfica su respeto hacia la ciudad histórica y su convivencia con la ópera, entendiendo que si el fiordo es un paisaje bellísimo, adonde quiere mirar es a la línea de la costa, allí donde éste se encuentra con la tierra y se producen los intercambios más valiosos para la vida de la ciudad.


Su gesto de inclinar ligeramente su remate (sin afectar a la funcionalidad de las salas), enfatiza orgullosamente el valor del suelo público generado a sus pies. Esta condición “figurativa” es también un acercamiento a la propia obra de Edward Munch y su lenguaje exhuberante en el que naturalismo y abstracción encuentran una expresión única para los tiempos de transición que le tocó vivir.











serpentine 2009. first glimpse.


Os arquitectos japoneses SANAA revelaram o Serpentine ontem!
A estrutura será composta por alumínio, reflectindo toda a envolvência do parque.
"The Pavilion is floating aluminium, drifting freely between the trees like smoke. The reflective canopy undulates across the site, expanding the park and sky. Its appearance changes according to the weather, allowing it to melt into the surroundings. It works as a field of activity with no walls, allowing views to extend uninterrupted across the park and encouraging access from all sides. It is a sheltered extension of the park where people can read, relax and enjoy lovely summer days."
Sejima e Nishizawa criaram um pavilhão transparente que se assemelha um reflector ou uma nuvem flutuante piscina de água, sentado em cima de uma série de delicadas colunas.
A estrutura metálica varia em altura, envolvendo-se em torno das árvores do parque, chegando-se para o cima e para baixo, quase tocando o chão em diversos pontos.
De estrutura aberta e efémera, os materiais translúcidos e reflectores pertencem perfeitamente ao ambiente natural, reflectindo tanto o parque como o céu.
Julia Peyton-Jones, Director, and Hans Ulrich Obrist, Co-Director, Serpentine Gallery, said:
“Kazuyo Sejima and Ryue Nishizawa’s design embraces the parkland around the Serpentine Gallery as never before with an extraordinarily innovative design, which reveals the subtle play on light and perception so characteristic of their work."
Separate areas within the Pavilion contain spaces for a café and an auditorium, where public programmes will be presented, including performances, talks, film screenings and a Poetry Marathon in the Park Nights at the Serpentine Gallery programme.
Sejima e Nishizawa criaram uma arquitectura que alia a estética, a simplicidade com a complexidade técnica, a definição de uma nova linguagem arquitectónica, que joga com luz e de percepção. Há muito que me convenceram. :)
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Os arquitectos japoneses SANAA revelaram o Serpentine ontem!
A estrutura será composta por alumínio, reflectindo toda a envolvência do parque.
"The Pavilion is floating aluminium, drifting freely between the trees like smoke. The reflective canopy undulates across the site, expanding the park and sky. Its appearance changes according to the weather, allowing it to melt into the surroundings. It works as a field of activity with no walls, allowing views to extend uninterrupted across the park and encouraging access from all sides. It is a sheltered extension of the park where people can read, relax and enjoy lovely summer days."
Sejima e Nishizawa criaram um pavilhão transparente que se assemelha um reflector ou uma nuvem flutuante piscina de água, sentado em cima de uma série de delicadas colunas.
A estrutura metálica varia em altura, envolvendo-se em torno das árvores do parque, chegando-se para o cima e para baixo, quase tocando o chão em diversos pontos.
De estrutura aberta e efémera, os materiais translúcidos e reflectores pertencem perfeitamente ao ambiente natural, reflectindo tanto o parque como o céu.
Julia Peyton-Jones, Director, and Hans Ulrich Obrist, Co-Director, Serpentine Gallery, said:
“Kazuyo Sejima and Ryue Nishizawa’s design embraces the parkland around the Serpentine Gallery as never before with an extraordinarily innovative design, which reveals the subtle play on light and perception so characteristic of their work."
Separate areas within the Pavilion contain spaces for a café and an auditorium, where public programmes will be presented, including performances, talks, film screenings and a Poetry Marathon in the Park Nights at the Serpentine Gallery programme.
Sejima e Nishizawa criaram uma arquitectura que alia a estética, a simplicidade com a complexidade técnica, a definição de uma nova linguagem arquitectónica, que joga com luz e de percepção. Há muito que me convenceram. :)
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20090411

FÓRUM DIÁLOGOS DA CIDADE
responsável. ‘Lugares Efémeros’
PONTOS DE INSCRIÇÃO
Livraria Leitura
Bertrand
Biblioteca de Matosinhos
Fnac Sta. Catarina
Todas as Associações de Estudantes da UP
AE U. Portucalense
AE ICBAS
AE ESAP
AE U. Lusíada do Porto
PREÇOS
Normal:
3€ - um dia 5€ - dois dias
Estudante:
2€ - um dia 3€ - dois dias
Almoço e Jantar - 5€ por refeição
PROGRAMA FÓRUM
17Abril SEX
15.00 – 15.30 --- ABERTURA --- ‘’Desafios’’ Joana Nascimento (Inner City)
15.30 – 15.45 --- ‘’Políticas Urbanas I’’ – Elisa Ferreira
15.45 – 16.00 --- ‘’Por um Território Urbano I’’ – Francisco Barata
16.00 – 16.15 --- ‘’Por um Território Urbano II’’ – João Teixeira Lopes
16.15 – 16.30 --- ‘’A experiência da Porto 2001: visão crítica’’ – Teresa Lago
16.45 – 18.30 --- ‘’Investimento’’ – Ana Paula Delgado, Isabel Santos, Álvaro Domingues, Alberto Castro
18.45-19.00 --- ‘’Cidade Criativa II’’ – Manuela de Melo
19.00 – 19.15 --- ‘’Cidade Criativa I’’ – Isabel Alves Costa
19.15 – 19.30 --- ‘’Cidade Criativa III’’ – Álvaro Barbosa
21.30 – 23.00 --- ’’Meios Inovadores’’ – Carlos Lage, António Carlos Monteiro
18 Abril SAB
10.30 – 10.45 --- ‘’Competitividade I’’ – Luís Mota de Castro
11.00 – 13.00 --- ‘’Área Metropolitana I’’ – Guilherme Pinto, Emídio Gomes, Celso Ferreira
15.00 – 15.15 --- ‘’Inovação I’’ – Mário Rui Silva
15.15 – 15.30 --- ‘’Inovação II’’ – Manuel Laranja
16.00 – 18.00 --- ‘’Políticas Urbanas II’’ --- José Rio Fernandes, Renato Sampaio, Paulo Morais
18.15 – 18.30 --- ‘’Responsabilidade da Universidade na Intervenção’’- António Cardoso
18.30– 18.35 --- ENCERRAMENTO --- ‘’Participação’’ – Pedro Bragança (Inner City)
WORKSHOP LUGARES EFÉMEROS
24.27 Abril
Brevemente mais informações
Para mais informações contactar:
Pedro Bragança
00351 916 143 723
pedrobragancarib@gmail.com
O INNER CITY ESTÁ EM GRANDE. apareçam.
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arquitectura,
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20090306
jds. huaxi, china.

Huaxi é uma cidade famosa pelas suas dramáticas e belas paisagens.
MAD convidou jovens arquitectos para um workshop de 3 dias, no Verão de 2008, para criar uma visão urbana experimental.
Entre os arquitectos convidados pela MAD estão: Atelier Manferdini (E.U.A.), BIG (Dinamarca), Dieguez Fridman (ARGENTINA), Emergent / Tom Wiscombe (E.U.A.), Arquitetura HouLiang (CHINA), JDS (Dinamarca / Bélgica), MAD (CHINA), Mass Studies (Coréia), Rojkind Arquitectos (México), Séries (UK / Índia), Sou Fujimoto Arquitectos (JAPÃO).
A experiência urbana pretendida não era idealizada como realidade urbana, mas sim como uma tentativa de empurrar estas tendências para a sua forma mais pura e experimental, com todos os benefícios e problemas que isso traz.
Nos últimos 15 anos, cerca de 10 mil metros quadrados foram construídos nas zonas urbanas da China. Dentro de 20 anos, mais 200 a 400 novas cidades serão construídas. Até agora, os resultados desta urbanização esmagadora foram definidos pela alta densidade, alta velocidade e baixa qualidade duplicação: o espaço urbano sem sentido, lotado e sem alma.
Será que vamos continuar a copiar o skyline de cidades ocidentais criadas há mais de uma centena de anos de civilização industrial? Manhattan e Chicago serão o nosso modelo de cidade, mesmo após 15 anos de construção urbana na China? Existe uma alternativa futura para as nossas cidades, que se situa na actual condição social. Com base na compreensão da natureza Oriental, este conjunto urbano experimental visa analisar as novas tecnologias e ideias globais, aproximando-as do natural.
A verticalidade é substituída por uma complexa taxonomia das actividades urbanas, definidas por uma multiplicidade de conexões, desvios e atalhos. O natural e o artificial são fundidos, revelando uma imagem de uma futura arquitectura. O método ecológico não é apenas centrado na poupança de energia, mas também, no objectivo de criar uma nova atmosfera urbana equilibrada, que explora ambiente natural. A cidade já não é determinada pela ficado lógica da revolução industrial (velocidade, lucro, eficiência), mas pela utilização dos bons recursos naturais.


Esta é a experiência do atelier JDS.
os restantes projectos
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Huaxi é uma cidade famosa pelas suas dramáticas e belas paisagens.
MAD convidou jovens arquitectos para um workshop de 3 dias, no Verão de 2008, para criar uma visão urbana experimental.
Entre os arquitectos convidados pela MAD estão: Atelier Manferdini (E.U.A.), BIG (Dinamarca), Dieguez Fridman (ARGENTINA), Emergent / Tom Wiscombe (E.U.A.), Arquitetura HouLiang (CHINA), JDS (Dinamarca / Bélgica), MAD (CHINA), Mass Studies (Coréia), Rojkind Arquitectos (México), Séries (UK / Índia), Sou Fujimoto Arquitectos (JAPÃO).
A experiência urbana pretendida não era idealizada como realidade urbana, mas sim como uma tentativa de empurrar estas tendências para a sua forma mais pura e experimental, com todos os benefícios e problemas que isso traz.
Nos últimos 15 anos, cerca de 10 mil metros quadrados foram construídos nas zonas urbanas da China. Dentro de 20 anos, mais 200 a 400 novas cidades serão construídas. Até agora, os resultados desta urbanização esmagadora foram definidos pela alta densidade, alta velocidade e baixa qualidade duplicação: o espaço urbano sem sentido, lotado e sem alma.
Será que vamos continuar a copiar o skyline de cidades ocidentais criadas há mais de uma centena de anos de civilização industrial? Manhattan e Chicago serão o nosso modelo de cidade, mesmo após 15 anos de construção urbana na China? Existe uma alternativa futura para as nossas cidades, que se situa na actual condição social. Com base na compreensão da natureza Oriental, este conjunto urbano experimental visa analisar as novas tecnologias e ideias globais, aproximando-as do natural.
A verticalidade é substituída por uma complexa taxonomia das actividades urbanas, definidas por uma multiplicidade de conexões, desvios e atalhos. O natural e o artificial são fundidos, revelando uma imagem de uma futura arquitectura. O método ecológico não é apenas centrado na poupança de energia, mas também, no objectivo de criar uma nova atmosfera urbana equilibrada, que explora ambiente natural. A cidade já não é determinada pela ficado lógica da revolução industrial (velocidade, lucro, eficiência), mas pela utilização dos bons recursos naturais.


Esta é a experiência do atelier JDS.
os restantes projectos
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Herzog and de Meuron.
first glimpse, isabel :)


(...)
Sensitive to the city’s need for public green space, the new MAM building is designed to extend the park into the museum site by means of a shaded outdoor terrace accessible to all visitors, not just those who continue on into the museum itself.
An open-air structure of precisely arranged columns supports a broad, shading roof. Under this roof, the park is intensified, transitioning into a dense, multi-dimensional garden with a museum buried in its heart. Tropical plants engulfing the museum are integrated into the structural system of columns and platforms. Stairs as wide as the plot connect the platform to the sea and to a waterfront promenade.
The combination of the roof and the hanging garden allows for the creation of a microclimate on the museum platform, which in turn becomes activated as a community forum.
(...)
The overall scheme of roof, platform and garden allow the building and site to comprise a continuous, open, civic space - a comfortable public veranda where community, nature, art and architecture are harmoniously unified.
(...)
The museum volumes float within the larger matrix of the site, suspended amid a structural framework. The roof and platform are broken into a series of planes that allow controlled light to penetrate deep into the building and parking level. The shifting planes also define distinct zones for various public uses, calibrating the degree of enclosure and expanse to the physical needs of each function.
arcspace.com






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first glimpse, isabel :)


(...)
Sensitive to the city’s need for public green space, the new MAM building is designed to extend the park into the museum site by means of a shaded outdoor terrace accessible to all visitors, not just those who continue on into the museum itself.
An open-air structure of precisely arranged columns supports a broad, shading roof. Under this roof, the park is intensified, transitioning into a dense, multi-dimensional garden with a museum buried in its heart. Tropical plants engulfing the museum are integrated into the structural system of columns and platforms. Stairs as wide as the plot connect the platform to the sea and to a waterfront promenade.
The combination of the roof and the hanging garden allows for the creation of a microclimate on the museum platform, which in turn becomes activated as a community forum.
(...)
The overall scheme of roof, platform and garden allow the building and site to comprise a continuous, open, civic space - a comfortable public veranda where community, nature, art and architecture are harmoniously unified.
(...)
The museum volumes float within the larger matrix of the site, suspended amid a structural framework. The roof and platform are broken into a series of planes that allow controlled light to penetrate deep into the building and parking level. The shifting planes also define distinct zones for various public uses, calibrating the degree of enclosure and expanse to the physical needs of each function.
arcspace.com






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